Opinião e notícias

26/04/2013

Síntese Litúrgica


6ºDomingo da Páscoa

Cor: Branca - 5/05/2013  -  Textos Bíblicos
 At 15,1-2.22-29//  Sl 66//  Ap 21,10-14.22-23 // Jo 14,23-29

Na liturgia deste domingo sobressai a promessa de Jesus de acompanhar ,de forma permanente, a caminhada da sua comunidade em marcha pela história: não estamos sozinhos, Jesus ressuscitado vai sempre ao nosso lado.

No Evangelho, Jesus diz aos discípulos como irão manter-se em comunhão com Ele e reafirma a sua presença e a nossa missão por meio do Espírito Santo.  Ainda no contexto da santa ceia, Jesus, que acaba de fundar a sua comunidade, dá-lhe por estatuto o mandamento do amor ( Jo 13,1-17;13,33-35). Então, explica  como   seus discípulos  manterão   a relação com Ele e com o Pai, após sua partida.

Nos versículos que antecedem o texto proposto, Jesus se apresentou como “o caminho” (Jo 14,6) e convidou os discípulos a percorrerem esse “caminho” (cf. Jo 14,4-5). Ou seja, enquanto esteve no mundo, Jesus  percorreu o caminho da  entrega  ao  homem, do  serviço,  e do  amor  total.

A comunidade de Jesus tem, portanto, que seguir  o exemplo do Mestre  para alcançar a maturidade do Homem Novo, recriado para a vida definitiva. O final desse “caminho” é o amor radical, a solidariedade total com o homem.

Já a primeira leitura apresenta-nos a Igreja de Jesus diante dos desafios dos novos  tempos.  Os crentes  aprendem  a  discernir  o essencial do acessório, sob a Luz do Espírito Santo. Assim, atualizam a proposta central do Evangelho, possibilitando que a mensagem libertadora de Jesus seja acolhida por todos os povos.   O processo começa quando Paulo, Barnabé e Tito são enviados a Jerusalém para consultar os apóstolos e os anciãos  sobre se os novos cristãos, vindos do paganismo, deveriam ser submetidos à lei de Moisés, ou se só Cristo bastaria para se alcançar a salvação. A importância do questionamento leva à realização do concílio de Jerusalém, cuja decisão é de  que  é pela  graça  de  Jesus Cristo  que  se alcança a  salvação. Assim, o cristianismo passou a ser proposta universal de salvação, aberta a todos os homens, de todas as raças e culturas.

Na segunda leitura, essa idéia é reforçada. Apresenta-se mais uma vez a meta final da caminhada da Igreja: a “Jerusalém messiânica”, essa cidade nova da comunhão com Deus, da vida plena, da felicidade total.
 

 

 
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